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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Empreiteira afirma ter financiado campanhas de Dilma com propina, diz Folha

(Reuters) - A empreiteira Andrade Gutierrez, envolvida no esquema de corrupção investigado pela operação Lava Jato, fez doações ilegais às campanhas da presidente Dilma Rousseff em 2010 e 2014 com o uso de propina de obras da Petrobras PETR4.SA e do sistema elétrico, segundo o ex-presidente da empresa Otávio Marques de Azevedo
Reportagem do jornal Folha de S.Paulo desta quinta-feira diz que o executivo fez a revelação em delação premiada que ainda precisa ser homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na qual detalhou os pagamentos em uma planilha entregue à Procuradoria-Geral da República.
O jornal acrescenta que cerca de 10 milhões de reais doados às campanhas de Dilma pela Andrade Gutierrez estão ligados à participação da empreiteira em contratos de obras públicas, de um total de 20 milhões de reais doado pela empresa.
Procurada pela Reuters, a Andrade Gutierrez disse que não vai comentar. O PT disse em nota que "refuta as ilações apresentadas" e que todas as doações recebidas pelo partido foram realizadas dentro dos parâmetros legais e declaradas à Justiça Eleitoral.
A denúncia de dinheiro de propina nas campanhas de Dilma devem reforçar as ações que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a chapa encabeçada por Dilma apontando irregularidades na campanha eleitoral de 2014. As ações podem resultar na cassação da chapa vencedora do pleito com Dilma como presidente e Michel Temer como vice-presidente.

Enquanto isso, Dilma enfrenta um pedido de abertura de processo de impeachment que tramita na Câmara dos Deputados. Na quarta-feira, o relator do pedido de impeachment contra a presidente, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), apresentou parecer favorável à abertura de um processo de impedimento.
Fonte Reuters
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terça-feira, 17 de março de 2015

Programa de humor faz piadas com panelaço e currupção na Petrobras


Apresentador também satirizou pedido de calma da presidenta Dilma Rousseff durante pronunciamento em cadeia nacional



Fonte o Dia IG
EUA - John Oliver, apresentador do programa humorístico do Last Week Tonight, exibido nos Estados Unidos e no Canadá, pela HBO, fez piadas referentes aos escândalos de corrupção da Petrobras. O apresentador também satirizou o pronunciamento da presidenta Dilma Rousseff em cadeia nacional na semana passada.




Dilma Rousseff pediu paciência aos brasileiros durante pronunciamento, e várias cidades brasileiras registraram vaias e panelaços contra ela. Em referência ao movimento, Oliver bateu panelas em seu programa.
Ele ainda mostrou indignação com o fato de a presidenta não ter sido punida, por ter pertencido ao conselho da Petrobras no mesmo período em que as investigações apontam as irregularidades

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Dilma diz que não deixará pedra sobre pedra nas investigações da Petrobras


SÃO PAULO (Reuters) - A presidente Dilma Rousseff (PT) voltou a dizer que deseja que todas as denúncias de corrupção sobre o suposto esquema de corrupção na Petrobras sejam investigadas.
"Eu farei o possível para colocar as claras o que aconteceu neste caso da Petrobras e em qualquer outro que apareça", disse Dilma em entrevista ao Jornal Nacional um dia depois de ter conquistado a reeleição na disputa mais acirrada desde a redemocratização do país.
"Não vou deixar pedra sobre pedra, vou investigar."
Segundo denúncias do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, um suposto esquema de sobrepreços de contratos da estatal serviria para alimentar partidos e políticos da base de sustentação do governo.
Dilma disse também que as novas medidas econômicas para estimular o crescimento econômico serão debatidas com os diversos setores e serão adotadas a partir de novembro.

(Por Alexandre Caverni)
Fonte REUTERS

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Depoimento de Paulo Roberto Costa à Justiça Federal (Parte 03)




Published on Oct 10, 2014
Ex-diretor da Petrobras detalha esquema de propinas a PT, PP e PMDB em contratos, Durante o depoimento que Costa deu à Justiça em seu processo de delação premiada, ele detalha quais contratos de quais diretorias atendiam a cada um desses três partidos, segundo áudio divulgado pela mídia, "Em relação à diretoria de Serviços, todos sabiam que tinha um percentual dos contratos da área de Abastecimento, dos 3 por cento, 2 por cento eram para atender ao PT", disse o diretor no áudio, no que seria uma referência ao percentual de sobrepreço dos contratos da estatal, "Outras diretorias, como Gás e Energia e Exploração e Produção, também eram PT", acrescentou o diretor no depoimento, De acordo com o depoimento, as diretorias que tinham indicação desses PT, PP e PMDB.



terça-feira, 5 de agosto de 2014

Dirceu estaria em negócios suspeitos na Petrobras diz Caio Gorentzvaig



Published on May 29, 2014
O ex-ministro José Dirceu, preso em Brasília pelo mensalão, seria o homem por trás de negócios bilionários suspeitos na Petrobras. A acusação é de um empresário do setor petroquímico que se diz vítima do esquema. O empresário garante que tem provas das irregularidades nas compras das petroquímicas Suzano e Triunfo. A procuradoria da República deve ouvi-lo nos próximos dias.

O ex-ministro José Dirceu, preso em Brasília pelo mensalão, seria o homem por trás de negócios bilionários suspeitos na Petrobras. A acusação é de um empresário do setor petroquímico que se diz vítima do esquema.

Caio Gorentzvaig já foi um dos grandes empresários do setor petroquímico no Brasil. Ele e a família eram sócios da Petroquímica Triunfo, no Rio Grande do Sul, junto com a Petrobras. Por causa dos negócios, ele ia semanalmente a Brasília e teve uma visão privilegiada de como se desenrolou um dos mais polêmicos negócios da Petrobras no país: a compra da petroquímica Suzano.

A empresa, da família Feffer, era avaliada em bolsa em R$ 1,2 bilhão e ainda tinha uma dívida de R$ 1,4 bilhão. Mesmo assim, a Petrobras resolveu comprar a empresa por R$ 2,7 bilhões e assumiu a dívida. O total da transação foi de mais de R$ 4 bilhões.

Para convencer a Petrobras a comprar a petroquímica Suzano, um de seus donos, o empresário David Feffer, contou com o apoio de pessoas de peso.

José Dirceu está preso, condenado como um dos líderes do mensalão. Mesmo longe do governo, o ex-ministro tinha trânsito livre no Planalto. Já Paulo Roberto Costa era diretor de abastecimento da Petrobras e homem de confiança do ex-presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli. Paulo Roberto ficou dois meses preso na superintendência da Polícia Federal em Curitiba, acusado de desvio de dinheiro público e lavagem de dinheiro. Ele foi solto por determinação do ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal.

Com o apoio de Dirceu e Paulo Roberto, David Feffer conseguiu fazer o negócio de pai para filho. Já a sócia da Petrobras na petroquímica Triunfo, a família de Caiu passou a ter problemas com a estatal, que teria impedido investimentos e o crescimento da companhia. Diante do impasse, Caio e o pai tentaram comprar a parte do governo. Mas os diretores da Petrobras foram agressivos e ameaçaram os sócios.

Caio e a família foram à Justiça para comprar a parte da Petrobras na Triunfo e o juiz chegou a propor um acordo. Uma contraproposta de R$ 355 cinco milhões. Mesmo assim, a Petrobras não fechou negócio. Até hoje, Caio briga na Justiça para ter o controle da petroquímica Triunfo.

O empresário garante que tem provas das irregularidades nas compras das petroquímicas Suzano e Triunfo. A procuradoria da República deve ouvi-lo nos próximos dias.

domingo, 3 de agosto de 2014

FARÇA NA CPI DA PETROBRAS



Última edição da revista Veja traz uma denúncia sobre a CPI da Petrobras

A oposição ao governo cobraram ontem sábado a anulação dos depoimentos colhidos à CPI da Petrobras no Senado e anunciaram que vão protocolar pedido de investigação à Procuradoria-Geral da República sobre as fraudes reveladas por VEJA. PSDB, PPS e DEM também analisam acionar o Conselho de Ética contra parlamentares da base governista que protagonizaram a farsa.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

DEU NA REVISTA VEJA: Paulinho: 'Dilma deveria estar presa pelos roubos na Petrobras

A revista Veja publicou a matéria abaixo, onde descreve um dos acontecimentos mais importantes para o trabalhador brasileiro e ouve uma manifestação do deputado Paulo Pereira da Silva da Força Sindical onde acusa frontalmente a presidenta Dilma pela da compra da refinaria de Pasadena que deu um enorme prejuízo a Petrobras e a nação.

Deputado Paulo Pereira da Silva

Matéria publicada pela Revista Veja
A tradicional comemoração do Dia do Trabalho da Força Sindical, em São Paulo, foi marcada nesta quinta-feira por um duro discurso do líder da central sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (SDD-SP), contra a presidente Dilma Rousseff. "Quem deveria estar presa na Papuda [presídio em Brasília onde estão os mensaleiros José Dirceu e José Genoino] é a presidente Dilma, pelos roubos que tem feito na Petrobras, empresa que os brasileiros aprenderam a admirar", disse.
Paulinho aproveitou para criticar a ausência da presidente no evento da Força, que reuniu 1,5 milhão de pessoas, segundo a central. "Quem tem coragem mostra a cara e quem não tem manda representantes", afirmou Paulinho, referindo-se aos dois emissários de Dilma no evento, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
Ex-dirigente do PDT, Paulinho criou o Solidariedade no ano passado, partido que irá apoiar a candidatura de Aécio Neves (PSDB-MG) ao Palácio do Planalto. O tucano, aliás, esteve no evento da Força.
Pronunciamento – A oposição reagiu ao pronunciamento da presidente feito nesta quarta-feira em cadeia nacional de rádio e televisão. Representantes dos partidos de oposição pretendem questionar a fala de Dilma no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por considerar que se trata de campanha eleitoral antecipada.
Para Aécio, a fala de Dilma foi "patética". “Representa o desespero de um governo acossado por sucessivas denúncias de corrupção e uma presidente da República fragilizada pelo boicote da sua própria base, protagonizando um dos mais patéticos episódios já vistos na política brasileira”, disse.
Dilma usou a cadeia nacional de rádio e televisão para fazer um discurso em tom eleitoral, numa mistura de anúncio de medidas, prestação de contas e ataque "àqueles que defendem o quanto pior, melhor".